Os perigos do ecumenismo e das doutrinas de salvação pelas obras

31/07/2017 11:33
                          
 
Recentemente, debatendo com um católico que tentava defender a doutrina ecuménica multi-plural religiosa do Papa Francisco como caminho possível para a salvação, foi-me dito basicamente o seguinte:
“Eu creio no Papa porque acho que realmente o que interessa para ser salvo é fazer o bem independentemente da religião que se professa.”
É claro que qualquer verdadeiro cristão conhecedor do evangelho sabe que segundo o mesmo as coisas não são assim tão lineares e que na verdade a doutrina ecuménica é enganosa e até anticristã. Mas devido a alguma ignorância bíblica, realmente esse é um pensamento que muitos têm e por isso a doutrina ecuménica lhes parece tão apelativa.
 

Salvos de quê?

Antes mais convém especificar do que somos salvos. E a resposta é obvia, somos salvos deste mundo ímpio, injusto, mentiroso e vil, em que a morte e o deus da morte (Satanás) governam. As coisas aqui só não são piores devido ao Criador não permitir que os governadores satânicos deste mundo façam tudo o que querem, sendo de certa forma "controlados". Assim, sendo salvos deste mundo, podemos voltar a casa e vencer a morte, indo para um lugar de justiça e vida. Mas esse assunto já foi explorado em muitos outros artigos neste site, saiba mais em (1).
 
 
Mas voltando à questão do "fazer o bem" e se este basta à salvação então porquê que Jesus teria que vir à terra e sofrer o que sofreu para pagar por nossos pecados e nos justificar perante Deus? Não seria então suficiente "fazer o bem" para ser salvo?
 

Para entender a resposta em primeiro lugar perguntaríamos o que é “fazer o bem?”

 
Para se saber o que é o bem ou mal é necessário ter uma bitola para o mesmo, deve existir uma linha que separa ambos, onde um acaba e começa o outro. E será que o pensamento humano sabe discernir corretamente o que é o bem e o mal sem que exista um padrão moral divino que o defina? Não será o “bem” e o “mal” humano relativo e influenciado pelos próprios desejos e egoísmo de cada ser humano individualmente?
Por isso os cristãos se regem pela Bíblia, que consideramos sobrenatural (2) e que enquadra claramente o bem e o mal, não nos guiamos pelo que “achamos” ou queremos sobre o assunto, como muitos fazem.
 
Mas vamos responder à pergunta:

Será que “fazer o bem” chega para ser salvo? 

E a questão na verdade começa logo a ser respondida no fosso intransponível que existe entre as religiões, vamos ver:
Quando comparamos o Cristianismo Bíblico com as religiões do mundo, utilizando as Escrituras para nos guiar, vemos que a lacuna entre eles é intransponível. Na verdade, somos forçados a concluir que realmente há apenas duas religiões no mundo: o Cristianismo Bíblico de um lado, e todas as outras religiões, de outro. (Refiro-me ao cristianismo bíblico como uma “religião” apenas para propósitos comparativos: uma religião é um sistema de crenças elaboradas pelo homem, enquanto que o Cristianismo Bíblico é o que Deus revelou à humanidade).
Essas duas “religiões” são diferenciadas principalmente por aquilo que ensinam a respeito da salvação – como uma pessoa pode chegar ao Céu, ao Paraíso, ao Valhalla, ao Nirvana ou à morada de Deus, ou seja lá o que as pessoas creem sobre a vida após a morte. Cada uma pode ser classificada em uma destas categorias: (1) o que o ser humano tem de realizar ou (2) o que Deus consumou (através de Jesus). Em palavras mais simples: a religião do “Fazer” ou a do “Feito”. Estou me referindo ao fato de que: (1) ou há coisas que devemos fazer (realizações humanas) ou (2) não há nada que possamos fazer porque tudo já foi feito (consumação divina) para ganharmos a entrada no céu.
Apenas o Cristianismo bíblico está na categoria de consumação divina. Todas as outras religiões do mundo devem ser classificadas sob o rótulo de realizações humanas. Consideremos primeiro algumas das religiões mais importantes, como o hinduísmo, o budismo, o islamismo, o judaísmo e determinadas denominações ou seitas que professam ser cristãs.
 

Hinduísmo

 
O hinduísmo tem cerca de 330 milhões de deuses que precisam ser apaziguados por meio de algum tipo de ritual. O hinduísmo é um sistema de obras – coisas que a pessoa precisa fazer para atingir o “moksha”, que é o paraíso hindu.
 

Budismo

O budismo também se baseia primeiramente em obras. Buda alega que a chave para se alcançar o Nirvana, que é alegadamente o estado de perfeição e de felicidade, é através de um entendimento das Quatro Nobres Verdades, e através da prática do Nobre Caminho Óctuplo. Em essência, as Quatro Nobres Verdades declaram que nós suportamos o sofrimento por causa de nossos desejos ou de nossos anelos. Essas “Verdades” afirmam que o sofrimento cessará quando pararmos de tentar satisfazer aqueles desejos. De acordo com o budismo, podemos atingir isso seguindo o Nobre Caminho Óctuplo, o qual possui os elementos da “visão correta, intenção correta, fala correta, ação correta, sustento correto, esforço correto, cuidado correto, e concentração correta”. Tudo isso é feito por meio dos esforços humanos, isto é, “por se fazerem as coisas corretas” a fim de se atingir o Nirvana.
 

Islamismo

 
No islamismo, o paraíso é obtido quando Alá pesa as obras boas e os feitos maus em uma balança no Dia do Julgamento. O Alcorão declara: “Pois as coisas que são boas removem as que são más” (Sura 11:114). É um processo quantitativo. As boas obras devem ultrapassar ou obscurecer os feitos maus. Também se lê no Alcorão: “A balança daquele dia será verdadeira: Aqueles cuja balança [de boas obras] tiver bastante peso prosperarão: Aqueles cuja balança for leve terão suas almas na perdição” (Sura 7:8,9).
 

Judaísmo

 
No judaísmo, o céu é alcançado por aquele que guarda a Lei e seus cerimoniais. Obviamente, isso não é consistente com o que o Antigo Testamento ensina, mas essa tem sido a prática do judaísmo por milénios. Como disse Jesus:E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mateus 15.9).
 

Cultos cristãos

Estas palavras também se aplicam a uma série de denominações e cultos “cristãos” que enfatizam as obras como sendo necessárias para a salvação. Os Testemunhas de Jeová, os Mórmons, os Adventistas do Sétimo Dia, os adeptos da Igreja de Cristo, os Católicos Romanos, os membros das igrejas Ortodoxas Oriental e Russa, muitos Luteranos, e inúmeros outros. Todos incluem algo que precisa ser realizado ou que é necessário para a salvação, sejam os sacramentos, o pagamento do dízimo ou a filiação a uma determinada organização e a observância de seus requisitos.
Aqui está um exemplo extraído dos primeiros 10 anos de minha própria vida como católico romano. Eu vivia por um sistema religioso de leis, muitas das quais os católicos são obrigados a guardar. O começo é o batismo logo em criança. Se uma criança não é batizada, a Igreja diz que ela não pode entrar no céu e entre as orações de terços e inumeráveis Avés Marias, confessionários, etc, existe sempre um ritualismo qualquer para perdão de pecados e atingir a salvação.
 

O verdadeiro cristianismo

Todos os sistemas de crenças que mencionei, e também muitos outros, consistem em fazer ou não fazer determinadas coisas para alcançar o “céu”. Todos são baseados nas realizações humanas. Mas, e o Cristianismo Bíblico? É diferente? Como?
Efésios 2.8-9 deixa claro: Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie”. Isso é bem direto. Nossa salvação não tem nada a ver com nossas realizações.
O versículo 8 nos diz que é pela graça que somos salvos. A graça é um favor imerecido. Se qualquer mérito estiver envolvido, não pode ser graça. A graça é um presente de Deus. Portanto, se for pela graça, não pode ser pelas obras. Isso parece bastante óbvio.
 
A graça não dá lugar para nenhuma sensação de mérito próprio, e um presente liquida qualquer sensação de algo que foi merecido ou que foi entregue em pagamento por serviço prestado.
O ensinamento de Paulo aos efésios é reafirmado na Epístola a Tito:
Quando, porém, se manifestou a benignidade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com todos, não por obras de justiça praticadas por nós, mas segundo sua misericórdia, ele nos salvou mediante o lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que ele derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna” (Tito 3.4).
 
Podemos perceber que isso é consistente com Efésios 2.8-9. Não é por meio de nossas obras que somos salvos – não é por meio de obras de justiça que fizemos – somos salvos por meio da misericórdia dEle.
Você pode muito bem imaginar que, como católico romano, condicionado por uma vida de regras e rituais da Igreja, tive dificuldade para crer que a fé era a única base por meio da qual eu poderia entrar no céu. Isso não fazia sentido para mim. Bem, não apenas faz sentido, mas é a única maneira por meio da qual uma pessoa pode ser salva. Isso é algo miraculosamente sensato!
 
 
Primeiro, o que impede uma pessoa de ir para o céu ou de desfrutar da vida eterna com Deus? 
 
 
Sabemos que a resposta é “o pecado”. O pecado é uma desobediência a Deus, um erro humano que o afasta do seu Criador que é Santo. Segue abaixo uma pequena amostra de versículos que se aplicam: Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23); Porque o salário do pecado é a morte” (Romanos 6.23); Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus” (Isaías 59.2);A alma que pecar, essa morrerá” (Ezequiel 18.20);E o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tiago 1.15).
 
 
E Deus que é Justo deve julgar o pecado, o julgamento de Deus pelo pecado é eterno: separação de Deus para sempre. É uma penalidade infinita. Deus, que é perfeito em todos os Seus atributos, inclusive em justiça, tinha que efetuar a punição. 
Então o que homem, que sempre é pecador, pode fazer? 
Nada, exceto morrer física e espiritualmente, que é ficar separado de Deus para sempre. Bem, alguém pode perguntar:
 
E o que acontece se nós fizermos todo tipo de boas obras que possam suplantar nossos pecados, ou se formos sempre à igreja, ou se formos batizados, fizermos obras religiosas, pagarmos o dízimo, recebermos os sacramentos e assim por diante? 
 
Nenhuma dessas coisas pode nos ajudar. Por quê? Porque elas não pagam a penalidade pelo pecado. Então, o que podemos fazer? Não há nada que possamos fazer, exceto pagarmos nós mesmos a penalidade, sendo separados de Deus para sempre.
Nossa situação seria absolutamente sem esperanças; entretanto, Deus possui alguns outros atributos além de ser perfeitamente justo. Ele também é perfeito em amor e em misericórdia! Porque Deus amou o mundo de tal maneira” que enviou Seu Filho unigênito para pagar a penalidade em nosso lugar (João 3.16).
E isso é exatamente o que Jesus fez na Cruz. É incompreensível para nós que, durante aquelas três horas de trevas – quando bradou: Deus meu, Deus meu, por que me abandonaste?” (Mateus 27.46) Ele tomou sobre Si os pecados do mundo e sofreu a ira de Seu Pai em nosso lugar. Na Cruz, Ele [provou] a morte por todo homem” (Hebreus 2.9), ou seja, Ele experimentou e pagou a penalidade infinita pelos pecados de todos nós, o Justo pagou a penalidade dos injustos!
Quando aquele feito divino terminou, Jesus clamou, Está consumado!” (João 19.30), significando que a penalidade havia sido paga totalmente. Foi uma realização divina porque era algo que apenas Deus poderia fazer! Deus tornou-Se homem e morreu fisicamente porque a morte física fazia parte da penalidade. Todavia, como Deus-Homem, Ele pôde experimentar completamente a penalidade que cada pecador experimentaria, a saber, ser espiritualmente separado de Deus para sempre.

 

O engano da salvação pelas obras

 
A justiça de Deus exige pagamento. Ou pagamos a penalidade nós mesmos, ou nos voltamos para Jesus pela fé e recebemos os benefícios de Sua expiação sacrificial. O que lemos em Romanos 6.23? Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”. A Bíblia não poderia ser mais clara em afirmar que a salvação é exclusivamente o dom gratuito de Deus”, e que apenas podemos apropriar-nos desse presente por meio da fé.
 
Qualquer tentativa de merecer a salvação por meio de nossas obras não é apenas fútil – é impossível! Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tiago 2.10).
Imagine-se alguém que tem todo o género de boas ações, mas tem um defeito que não muda, por exemplo, é ladrão, gosta de roubar. Ora a sociedade tem e deve julgá-lo e puni-lo especificamente pelo seu crime de roubo de forma a dissuadir esse comportamento que prejudica os outros e até mesmo a ele próprio. E o mesmo se passa com o pecado, que sempre nos prejudica a nós, mas também direta ou indiretamente a outros, afastando-nos de Deus.
Sendo assim e uma vez que todos pecamos e sempre temos aqueles pecados de estimação que não são fáceis de abandonar (por isso muitos tentam “pagá-los” com “boas ações”) é impossível sermos justos e bons perante Deus para obter a nossa própria salvação.
 
E, ainda pior, tentar merecer a salvação é uma negação da infinita penalidade imposta por Deus, uma rejeição do dom inefável” de Deus, e um repúdio ao que Cristo realizou por nós. Como Jesus é o único que proporciona a consumação divina, tudo o que resta é o engano fútil das realizações humanas para se alcançar a salvação.
 
 

As doutrinas ecuménicas 

Assim vemos como as doutrinas ecuménicas do Papa e das religiões humanas que defendem a salvação pelas obras são totalmente enganosas e ao invés de aproximar o homem de Deus têm como objetivo afastá-lo, pois no fundo rejeitam o plano de salvação perfeito e, esse sim, plenamente justo que Jesus por seu imenso Amor concretizou por nós pecadores.
As doutrinas ecuménicas têm origem satânica e infelizmente iludem a muitos que acham que podem barganhar a sua salvação com Deus mediante as supostas boas ações que vão realizando, ou então pior ainda, pois ainda existem aqueles que dizem que Deus não existe e fazem algumas "boas obras" apenas para se justificarem a si mesmo ou perante a sociedade. Estas atitudes, pelas razões acima apontadas, são arrogantes perante o Criador e a salvação por obras a maior ilusão humana de sempre.
 

Então e as boas obras não servem para nada? 

Pelas razões acima enumeradas, para a salvação espiritual realmente elas não servem, mas tambem sabemos pelas escrituras que "a fé sem obras é morta" (Tiago 2:20). O que isto significa é que é evidente que um verdadeiro cristão sabe que as suas boas obras têm valor para o Criador e mostram a sua fé, sendo certo que o Criador as retribuirá, até porque as boas obras dos cristãos engrandecem o Senhor. Mas a diferença entre o verdadeiro cristão e todos os outros é que o cristão faz boas obras porque foi salvo e não para ser salvo.
 

E os que nunca ouviram falar no evangelho?

E também existem muitos que invocam o fato de nem toda a humanidade ter tido a oportunidade de ouvir o evangelho para que possa ser salva, e afirmam isso para tentar defender a salvação pelas obras de cada um. Mas quem invoca tal argumento, muitas vezes com razões pseudo-altruistas e desresponsabilizadoras, no fundo está a admitir que no seu caso específico teve acesso ao evangelho e dessa forma deveria se preocupar mais consigo que com os outros.
Mas sobre isso diga-se que hoje em dia, já poucos nunca ouviram falar na Bíblia e em Jesus, seja em que lugar do mundo for, e se alguns os rejeitam conhecer, isso não serve de desculpa, mas sim de condenação.
Mas efetivamente ao longo da história ou mesmo na atualidade realmente existiram almas que partiram sem nunca ter conhecido o evangelho e então esses foram ou não salvos?
Uma coisa é certa, essas pessoas são também pecadoras e se estão neste mundo amaldiçoado já é por essa razão, caso contrário estariam no céu. Efetivamente não nos cabe a nós julgar o porquê destes casos, mas realmente sabemos que todos serão sujeitos a julgamento e que Deus é justo e misericordioso.
 

O julgamento

É então verdade que todas as almas são sujeitas a julgamento onde todas as suas obras serão pesadas, mas apenas os crentes em Jesus têm a salvação garantida pela promessa e graça de Deus. Os crentes serão julgados por suas obras apenas para que obtenham a devida recompensa pelas mesmas, logicamente que quanto mais fizermos, mais receberemos no mundo vindouro, mas a salvação não estará em causa. 
Os incrédulos por sua vez terão um justo julgamento e o seu acusador será o próprio Satanás, aquele que hoje os governa e engana, mas que naquele dia será implacável na acusação pois não deseja perder a alma sujeita ao julgamento. E o que poderá sair desse julgamento não nos compete avaliar, mas garantidamente estar nessa posição não será agradável para nenhum humano que verá a totalidade da sua vida escrutinada e seus delitos e consequências dos mesmos totalmente às claras a todo o universo, nada estando garantido relativamente à sua salvação.

 

Conclusão

 
É então evidente pelas escrituras que a SALVAÇÃO é apenas garantida aos arrependidos e verdadeiros crentes em Jesus. Todos os outros independentemente de suas obras serão sujeitos a julgamento e total escrutínio de suas vidas por intermédio do acusador Satanás. E o que nos parece a nós é que este último tem uma elevada taxa de sucesso na acusação:
"Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;"
Mateus 7:13
Sendo assim vemos como as doutrinas e religiões que preconizam a salvação pelas obras são totalmente enganosas e têm como único objetivo afastar as almas dessa mesma salvação. Todos somos pecadores, a diferença é que alguns aceitam gratuitamente um presente de Deus.
Assim se você ainda tem dúvidas medite nestas palavras e pondere bem se quer correr o risco de desprezar a enorme dádiva que lhe foi oferecida pelo sangue de Jesus, o Justo que morreu para que você não tenha que pagar pelas suas dívidas.

Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.
Apocalipse 3:20
 
 

Referências:

(1)  O deus deste mundo
www.nunes3373eb.com/news/o-deus-deste-mundo/
 
(2) Bíblia, porque podemos e devemos crer nas escrituras (act.)
http://www.nunes3373.com/news/biblia-porque-podemos-e-devemos-crer-nas-escrituras-/
 
 

Fontes:

O Engano da Salvação Pelas Obras
http://www.chamada.com.br/mensagens/salvacao_pelas_obras.html